segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Impossible is nothing


Quero ter a sensação de estar caindo em queda livre no espaço, quero quebrar essas regras chatas e fazer coisas arriscadas e aventurescas das quais eu não vou me esquecer nunca. Quero ser trash e não ligar para o que os outros pensam, me jogar na noite, dirigir, beber até cair e fumar feito uma chaminé. Quero gritar pra ver se você me ouve, colocar o volume no máximo -que se danem os vizinhos! Se morrerem de brabos é porque já era a hora deles, fazer o que- , dormir até tarde na quarta-feira e não ler livros que eu não quero ler. Quero ir embora, quero mais cinco minutos e quero sentir meu coração bater mais forte por alguém. Quero me esconder num mar de roupas de cama e dormir em porta de igreja, numa cidade bagunçada e desconhecida, porque eu e meus amigos não temos dinheiro pra pegar quartos em pousadas, e mesmo se tivessemos estamos muito bêbados pra procurar um lugar melhor pra dormir. Quero poder ser clichê se eu quiser, sem ter pessoas me dizendo que estou sendo clichê e me julgando por isso. Quero fazer coisas não planejadas, pegar aviões por ímpeto e ser precipitada -sem machucar ninguém. Quero comer morango com as mãos, andar de moto e viajar sem data e hora marcada pra voltar. E quero os amigos que perdi de volta.
Acho que chamam isso de liberdade.

sábado, 25 de outubro de 2008

My heart


Foram
três no total e hoje eles vão embora.
Acho que vou virar do avesso.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

'God bless Brasil'

'A pequena Hayley parecia gigantesca, abrindo os braços para sentir a energia da multidão.'

Mobiles shining like stars all over the audience.

Existe
um certo conforto em saber que eles estão tão próximos, mesmo que eu não possa estar tão perto quanto gostaria.
Mas bem, 'sejamos boazinhas. Os verdadeiros fãs merecem um show bom de verdade'.
I'll have the pleasure of your beats and screams righ in front of me someday, you'll see.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Pontuada ao contrário

Eu fui toda reticências frente a tua afirmação
Mas essa minha pausa, agora é ponto final
Tentei impor ao contexto só mais uma explicação
Do porque tua história de nós não é o meu feliz final

De maiúsculos a minúsculo, sem início, meio ou fim
Não espero que me perdoe ou que vá compreender
Toda a exclamação que agora habita em mim
E o que me fez cansar de querer nos escrever

(É da Paula [meu catavento], mas moldado pra caber em mim.)

terça-feira, 21 de outubro de 2008

My world is on fire, how about yours?



Pior do que não me abraçar é você não me abraçar de verdade, é você estar ausente nos abraços que me dá. Sinto a sua falta e sinto muito por isso, mas você é meu melhor amigo (sei que essas palavras te doem e sinto muito por isso também) e é normal sentir saudade desse tipo de gente quando eles estão a quilômetros de
d i s t â n c i a
física ou cardíaca.
Será que você ainda me ouve? Será que sabe que ainda estou aqui e ainda preciso você? Você tem consciência de que eu vou sempre precisar de você? Pode chamar de ciúmes, de instinto de auto-preservação ou do que quiser.
Nosso coração compartilhado é de vidro, você sabe, e o que o segura em pé está começando a desaparecer. Quando ele se for por completo, nosso coração vai cair e quebrar e catar pedaços de coração de vidro é desgastante e nos corta, nos machuca. Você não está disposto, está? A catar os pedaços, quero dizer.
Fico me perguntando se todas aquelas palavras que você me escreveu ainda são reais, se elas ainda valem. Pude jurar que elas seriam para sempre, mas agora já não tenho mais certeza. Você faz tudo não fazer sentido. Ainda tenho guardado na carteira aquele guardanapo que você me deu
Queria estar gritando com você agora. Talvez assim você notasse a urgência da minha angústia e desse à ela sua devida importância.



Sentiu o vento roçar seu rosto e os olhos dele brilharem amarelados. Ele estava satisfeito. Sabia disso por conta do brilho amarelado que sempre dava um pulinho nas trevas líquidas de seus olhos quando um sentimento ou uma sensação boa esquentava seu coração e também por conta do jeito com que os cantos de seus lábios se curvavam para cima formando aquele sorriso que ela conhecia bem. Aquele sorriso que ele usava e que fazia a máscara que eles haviam posto nisso tudo derreter por alguns instantes, enquanto o sorriso durasse. O sorriso que ele usava o tempo todo quando ela ainda o conhecia por completo, mas isso foi há muito tempo.
Depois o amarelado foi embora e deu lugar aos olhos tristes que haviam se alojado em seu rosto fino já há algum meses, transformando todos os sorrisos que ele sorria com esforço em sorrisos tristes. Ele beijou a testa dela lenta e cuidadosamente, como se tivesse medo de quebrá-la e depois se foi.
O amarelado ficou menos tempo dessa vez.

Dá pra ver a verdade
Por trás da minha paisagem?
Ou eu escondi tão bem
Que ela só está de passagem?

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Metaforica e implicitamente

Minha janela está fechada e meio embaçada, mas dela eu vejo outro par de mãos e alguns beijos. E isso me incomoda. Consigo ver também os dias mais longos que eu já vivi e um mar de sentimentos estranhos e indecisões e isso também me incomoda. Não sei se vai dar, mas é assim que vai ser e você vai ter que confiar em mim. E você também.
Às vezes me acho imprevisível demais até pra mim mesma.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Um por um


Todos os dias é a mesma coisa: ele acorda às 7h, se levanta às 7h30 e injeta na veia 3 chícaras de café às 7h40. Não, é bincadeira, ele só as bebe. 7h47 escreve um bilhete meloso e cheio de corações pra namorada que ainda dorme no quarto atrás dele e em alguns dias anota na lista-íma da geladeira o que tem que comprar.
"Acabou o pão, mas não entre em pânico. Vou voltar pra casa cheio deles, você vai ver. Eu te amo, André."
7h50 ele abre a porta e se entrega à parte do dia que mais gosta: descer as escadas. Não pelo simples prazer de fazê-lo ou porque o rapaz é fã de degraus, mas por conta de quem desce as escadas antes dele. A moça do apartamento ao lado é quem faz a rotina de nosso personagem um tanto quanto mais deliciosa. É só abrir a porta e ser acertado pelo cheiro entorpecente do perfume que ela deixa para trás, subindo e descendo sem parar os três andares até se esvair por completo. Dois degraus e inala profundamente. Três degraus, mais uma vez. Cinco degraus, respira fundo. Um degrau, de novo. A medida que a escada vai acabando ele pára pra sentir o perfume dela mais vezes e acaba levando vinte minutos pra descer os tão amados 68 degraus contados, mas vale a pena porque faz os dias do moço serem mais coloridos e deliciosos.
E ele nunca a viu, a moça do apartamento ao lado. Uma vez ela se atrasou e ele conseguiu pegar o lampejo de seu cabelo preto e rosa ricocheteando ao final do lance seguinte de degraus, enquanto ela corria escada abaixo, mas foi só. E às vezes o perfume dela está nos degraus quando ele chega do trabalho, às 21h, mas ele prende o ar e sobe bem rapidinho, se permitindo soltar a respiração apenas na porta de casa e aspirar o mais forte que ele puder apenas uma vez. Aí ele entra em casa e o perfume da vizinha se perde nos beijos da namorada e nos pães quentinhos que ele trouxe da rua.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Ou você vem ou eu vou só

Cinco garotas, cada uma com um cabelo e uma altura diferentes embora usassem os mesmos sapatos -All Stars, assim como nossos pais, avós, nossos filhos e cada folhinha de nossa árvore genealógica um dia usaram ou vão usar. Os cinco eram de cores diferentes também- um gato acomodado da maneira menos desconfortável possível no topo de uma mala de rodinhas vermelha em movimento mais ou menos retilíneo e mais ou menos uniforme, um narguilè, maços de cigarros enfiados em bolsos de calças jeans, de shorts, de casacos, malas e bolsas e garrafas contendo líquidos alcoólicos são os nossos personagens. O cenário é constituído por uma auto-estrada nos arredores de algum lugar no verão da Inglaterra -Liverpool, talvez? Elas já não sabiam, o mapa havia sido perdido muitos quilômetros atrás, quando pegaram carona num ônibus colorido cheio de hippies, baseado e Beatles- , umas árvores engraçadas e uns carros, caminhões e ônibus passando de vez em quando.
- Daí ele me disse alguma coisa estranha, pra parecer interessante sabe, acendeu um cigarro..
-Era light?
-Era.
-Viadinho.
Duas delas tinham o cabelo colorido; comprido, rosa, natural e descolorido preso num nó no alto da cabeça e azul, chanel azul turquesa.
-Pára um pouco, gatas, preciso fumar.
-Você não consegue fumar andando?
Pararam pra fumar e chutar pedrinhas. E sentir o vento, é lógico. Elas estavam sempre sentindo o vento. Tinha algo a ver com liberdade e voar -ou navegar, para algumas- por aí, se sentir pássaro ou pirata ou os dois.
Três delas tinham tatuagens visíveis e todas tinham piercings no rosto, só três delas fumavam e todas bebiam, umas mais outras menos. Um bando de garotas um tanto quanto não usual e um bucado interessante, se você quer saber a minha opnião.
Cabelos-rosa-natural-e-descolorido enfiou um resto de sanduíche de presunto na boca e lambeu os dedos.
Chanel-azul fumou mais cigarros em 15 minutos do que as outras quatro fumariam juntas em 45.
Aquela com um piercing no nariz, um na sombrancelha e uma argola na cartilagem da orelha folheou uma revista que encontrou amassada na bolsa de uma delas.
A da mala vermelha tinha o cabelo encaracolado cortado curto, um par de asas de anjo tatuadas na nuca e o símbolo de seu signo tatuado no cox e brincava com o gato preguiçoso.
A menorzinha tinha uma fada no tornozelo e tentava achar o BlueBerry novo em folha perdido dentro da bolsa enorme enquanto segurava com os lábios um cigarro ainda não aceso.
20 minutos depois pegaram carona com um bando de motoqueiros até Liverpool e foram com eles para um bar extramemente lotado onde entre dentes, garrafas, fumaça e música esperaram o sono vir e como bônus se divertiram. Quando o dito cujo chegou, dormiram na calçada ao lado das motos.
Levou mais quatro dias para as garotas chegarem a Londres. Elas cheiravam a tequila, cerveja, cigarro, baseado, sexo, rock 'n roll e seus respectivos perfumes.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

O vinte quatro do dez que eu queria


As cabeças iam e vinham juntas e as mão com o clássico símbolo do 'rock' se moviam sincronizadamente, como se tudo isso tivesse sido ensaiado. O teatro gigantesco parecia pequeno demais pra toda aquela gente, uma multidão agitada e suada, com música correndo nas veias e adrenalina escorrendo pela pele. As caixas de som inacreditavelmente grandes, cuspiam na multidão os gritos vindos da garganta dela. Da garota saltitante que zanzava pelo palco amplo, os cabelos flamejantes a dançar atrás dela, seus olhinhos tão brilhantes que (quase) todo o teatro consiguia facilmente ver as partículas iluminadas dentro deles. A energia da banda se espalhava pela platéia como uma doença, contaminando a todos, a camiseta com os dizeres 'Love is to spread' do guitarrista se tornava um borrão enquanto ele pulava e corria.
Uma morena na platéia segurou forte a mão da amiga quando a vocalista cabeça-de-tangerina gritou para o mundo todo ouvir:
- WE ARE PARAMORE!
Depois disso as lágrimas começaram a correr soltas e molhadas pelo rosto das duas.

sábado, 11 de outubro de 2008

Lovely monster


Girou o anel do dedão, respirou fundo, umideceu os lábios e concordou sutilmente com a cabeça. Então ele, com a delicadeza de um anjo, pegou seu pulso, inclinou-se sobre ele e cravou seus dentes pontiagudos na pele morna dela. O sangue vermelho e ligeiramente cremoso, quente, escorreu pelo o braço dela, pingou na camisa branca dele, exalou seu perfume exótico -inexistente para narinas humanas- e a fez tremer. Fechou os olhos, afogando-se no grito que não deixou escapar. Depois a dor lancinante foi substituída por uma sensação desagradável, como se um líquido estivesse entrando por suas veias e gelando todo o seu sangue. Ela sabia que havia começado. Daí pra frente só piorava antes de melhorar.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Märchen Prince II


Era um castelo daqueles feitos todos de pedra, cheio de passagens secretas e cômodos ocultos, com corredores incontáveis e um certo ar de mistério e conspiração exalando das paredes frias. Ela estava em umas das milhões de varandas ou pátios, não sabia dizer ao certo, acompanhando o grupo de excursionistas ao qual pertencia. Um guia tagarelava em inglês coisas sobre o tal castelo em que se encontravam, mas ela não estava prestando muita atenção uma vez que achava muito mais interessante recolher os pedaços de conversas dos suíços rondando por ali -com certeza acompanhando amigos ou familiares que visitavam o país pela primeira vez, com certeza sendo essa não a primeira e muito menos a última vez que repetiriam tal passeio, provavelmente com pessoas diferentes- que conseguia ouvir e tentar imaginar quem eram e quais eram suas história, enquanto ela repassava de novo e de novo de novo a noite anterior em sua cabeça.
O nome dele era Hans e ele prometera que a acharia no dia seguinte -o dia do aniversário da moça- e que lhe daria uma flor. Disse também que se ele a encontrasse no dia prometido, passariam juntos todo o período em que ela estivesse em Montreux. Ele queria ser um amor de verão na vida dela, que ela pudesse contar para os netos -que não seriam netos dele também- sobre o cara que conheceu aos 18 anos numa viagem de aniversário que fez à Suíça.
O sol estava forte, mas para a felicidade geral da nação uma brisa constante ia e vinha, brincando com os cabelos de todo mundo, levando sorrisos e palavras com ela e refrescando. Principalmente refrescando. Debruçou-se na amurada de pedra, apoiando-se nos cotovelos e tirando os pés do chão. Dali dava pra ver um bom pedaço da cidade e um pedaço de lago também, era lindo.
Grandes mãos frias seguram-na pela cintura, trazendo-a de volta para o chão e virando-a decididamente para si, mantendo-a num aperto de ferro delicado. Hans abriu um sorriso e piscou um de seus olhos azuis como o céu daquele dia ensolarado.
- Vorsichtig. Es ist eine große abfallen, wenn Sie das Gleichgewicht verlieren und ich möchte nicht verlieren Sie mit der rechten nach der Suche nach Ihnen.
- Sie mich gefunden!
Ela o abraçou com força. Hans era tão mais alto que ela e abraçá-lo fazia-a sentir-se tão segura. Queria poder estar com ele para sempre.
- Ich Ihnen sagte, ich würde.
Ele tirou uma margarida sabe-se lá de onde e entregou a ela, um sorriso torto estampado em seu rosto fino, os olhos azuis sorrindo junto com os lábios.
-Herzlichen Glückwunsch zum Geburtstag, Sommer Liebe.
Hans segurou o rosto dela com as mãos e beijou-lhe a boca intensamente. Beijaram-se por uma eternidade na varanda do castelo e passearam de mãos dadas pela cidade trocando segredos e desejos, até que ela pegou seu avião de volta e deixou pra trás o conto de fadas que viveu. Ele foi feliz para sempre também e, assim como ela, contaria aos seus netos sobre a garota com o sorriso mais bonit e cheio de sol que ele já viu e o beijo mais doce que já provou e sobre como eles foram felizes para sempre durante duas semanas de verão em Montreux.

domingo, 5 de outubro de 2008

Exato


Aqui estamos nós, todos nós, andando por essas ruas, rodeando uns aos outros há procura de uma conexão real. Uns procuram nos lugares errados, outros supostamente desistem, pensando "Não há ninguém pra mim!", mas nós continuamos tentando de novo e de novo e de novo, porque quando encontramos alguém e há aquela faísca e todo o seu corpo formiga quando vocês se tocam e ele é lindo e ela é linda, é como se mais nada importasse e o mundo pudesse acabar enquanto vocês se abraçam e ainda assim não é preciso chamar isso de amor, aí você sabe que achou a conexão real e não há nada melhor que isso. E no fundo todos nós sabemos que é esse o objetivo principal de nossas vidas, o resto são objetivos coadjuvantes e adicionais.



Hoje eu sonhei com flores amarelas. Milhões e milhões de todos os tipos de flores amarelas, até aonde a vista alcançava. Tulipas, girassóis, rosas e umas pequenininhas que eu não sei o nome. E haviam árvores com folhas amarelas também. E era tudo muito morno e delicioso e tinha um cheiro agradável e confortável. Era verão.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Heart beats


♥ Sentiu uma dor lancinante na têmpora direita e algo abrindo caminho por sua pele, deixando para trás um rastro de carne ardendo. Alojou-se por ali, incomodando-a bastante e queimando, céus como queimava! Abriu os olhos buscando rostos conhecidos, tentando não se afogar no grito que não deixou escapar, mas deixando as lágrimas correram por seu rosto e pingarem no braço que imobilizava-a por completo. Nos rostos que encontrou o medo estampava-se, enorme e frio, uma sombra que se projetava até onde a vista podia alcançar. Depois sentiu que precisava fechar os olhos novamente, a ardência agora espalhava-se por toda a sua cabeça e ela não conseguia manter os olhos escuros e úmidos abertos, estava tudo claro demais. Lentamente foi vendo tudo desaparecer, escurecer devagarzinho. E aí acabou. A dor, o medo, a ardência e as lágrimas.
♥O toque gélido e metálico veio, ficou um pouco, tremeu, fez 'cleck', mas depois passou. A tempôra formigou até o fim do dia.


Desculpa ainda estar tocando nesse assunto,mas eu preciso tirar de mim esse medo e essa tensão que ainda estão aqui.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Minha cor, minha flor, minha cara

"Vamos todos juntos, sentados! O que importa é o que tá no chão, aqui nesse chão, entre o céu, o Sol e a Terra. E nessa terça-feira louca, com esse louco que voz fala e esse loucos que me escutam.. Vamos fazer dessa terça então, um sábado! Vamos quebrar esse paradigma de que dia de diversão é sábado, vamos nos divertir em plena terça-feira! Que terça louca! Somos loucos, todos nós! Vamos, sentados, pra dentro dessa loucura, desses sons, dessa noite."

Ele me faz muito feliz. Ele e todos os laranjados, loucuras, pontes, sons, flores e terças dele.Uma graça, esse cara.
Vamos de novo?